Hornets re-assina com Sean Marks

27 08 2009

Nuggetts Hornets BasketballNesta quinta-feira, o New Orleans Hornets anunciou que re-assinou com o ala-pivô Sean Marks, o primeiro jogador nascido na Nova Zelândia a jogar na NBA.

Marks, que na ultima temporada jogou 60 jogos, com médias de 3.2 pontos e 3.1 rebotes, deve ser o reserva de Emeka Okafor e formar dupla de garrafão no banco de reservas com o recém chegado Ike Diogu.

Detalhes do contrato não foram revelados, mas espera-se que o acordo tenha duração de um ano pelo valor mínimo para veteranos, que é de cerca de US $1,9 milhões.





Okafor, Paul e West – O novo trio de New Orleans

23 08 2009

Em 2007-08, quando o Hornets teve uma de suas melhores temporadas na história, a equipe tinha um excelente trio formado por Chris Paul, David West e Peja Stojakovic. Esses jogadores foram fundamentais para a campanha da equipe, que venceu 56 jogos durante a temporada regular e chegou as semifinais da conferência Oeste.

Mas, para 2009-10, um novo trio se forma na Louisiana. Com Peja Stojakovic caindo aos pedaços, não conseguindo acertar nem arremessos de três pontos livre – alguém imaginava que Peja estaria nesse nível após ser um dos melhores jogadores da NBA nos tempos de Sacramento Kings? -, Chris Paul, David West e Emeka Okafor se tornam os responsáveis por levarem o time do Hornets nas costas durante a nova temporada que se inicia em outubro.

Não podemos dizer que Paul, West e Okafor formam um “Big Three” como o do Boston Celtics, por exemplo, que conta com Ray Allen, Kevin Garnett e Paul Pierce. Mas, com CP3 sendo o melhor armador da liga, D-West tendo um companheiro de garrafão o ajudando ofensivamente, o que Tyson Chandler passava longe de fazer, e Oka4 defendendo como fazia nos tempos de Charlotte Bobcats, podemos dizer que estes três jogadores podem levar o Hornets a uma boa campanha.

A troca de Rasual Butler, um bom titular, por nada junto ao Los Angeles Clippers, faz com que eu ache que as chances de o Hornets chegar a final da conferência Oeste acabaram, porém, se Julian Wright e Marcus Thornton conseguirem, juntos, fazer uma média de 17 pontos por partida, ainda teremos um time forte e equilibrado.

Chris Paul será o titular na armação e novamente deve conseguir médias de 20 pontos e 10 assistências. Tanto Julian Wright quanto Marcus Thornton podem fazer o papel de Rasual Butler como ala-armador, podendo anotar 10 pontos de média.

O bom rendimento da posição de ala depende das condições físicas de Peja Stojakovic. Se o sérvio fizer uma média de 13 pontos, com uma porcentagem de acerto de arremessos um pouco melhor do que em 2008-09, já está de bom tamanho.

No garrafão, espero que a dupla David West e Emeka Okafor façam 35 pontos de média, o que, somado com os outros titulares, já daria cerca de 78 pontos somente para a equipe titular.

No banco de reservas, com Darren Collison, Marcus Thornton ou Julian Wright, James Posey, Ike Diogu e Hilton Armstrong ou Sean Marks, acredito que esses jogadores consigam somar uma média de, pelo menos, 22 pontos por jogo, fazendo o time marcar 100 pontos por partida, o que seria importantíssimo, pois, defensivamente, a equipe é boa, ainda mais por ser comandada por Byron Scott.

Imagino eu, que a defesa do Hornets levará cerca de 94 pontos por partida durante a temporada 2009-10, praticamente a mesma coisa de 2008-09, já que perdeu Rasual Butler, um bom defensor, mas trouxe Emeka Okafor, que, no geral, é mais completo defensivamente que Tyson Chandler.

Com um ataque marcando 100 pontos e uma defesa levando apenas 94, acredito que isso seja suficiente para uma equipe chegar a 50 vitórias na temporada regular, e consequentemente, se garantir nos Playoffs, onde poderá tem boas chances de passar a segunda rodada.





Apertando os cintos

18 08 2009

Depois de ser agraciado com a vinda de Emeka Okafor por Tyson Chandler numa troca entre o time da Louisiana e o Charlotte Bobcats, o New Orleans Hornets, na última semana, resolveu retribuir a caridade recebida e, com isso, resolveu enviar o ala Rasual Butler e mais alguma esmola para um dos miseráveis, carentes e moribundos times da liga: o Los Angles Lakers Clippers. Em troca o Hornets recebeu a pick de segundo round do draft de 2016!

Em 2016 eu terei completo 30 anos de idade, estarei casado, o Kobe aposentado, o Lebron James jogando longe de Cleveland, o Brasil hexacampeão numa Copa do Mundo realizada no próprio Brasil e o Corinthians ainda sem ter ganho uma Libertadores. Esse futuro jogador actualmente tem 12 ou 13 anos, come batatas fritas no almoço, janta no McDonalds e ainda deve comprar Playboys para uma madrugada um pouco mais animada. Assim, o Hornets praticamente deu um jogador e ainda por cima pagou para isso.

Para além da solidariedade com a porcaria do Clippers, o Hornets fez isso devido a crise internacional que afetou os negócios da franquia e também aos equívocos cometidos no passado: o contrato de 6 milhões de dólares dado ao Morris Petterson, o contrato do mesmo valor assumido de Mike James que posteriormente foi  trocado por um contrato igualmente alto de Antonio Daniels e mais os 11 milhões de dólares pagos para o Peja Stoijakovic. Com excessão ao Peja, que um dia foi um bom jogador, foram gastos aproximadamente 20 milhões de dólares, com contratos longos, em jogadores fracos para um time que deseja ser competitivo na NBA.

Aliás, são tão ruins jogadores e tão ruins contratos que ningúem quis Mo-Pete e Antonio Daniels nem de graça. Nem que pagassem para ter essas bombas em suas respectivas franquias. Por isso, acabou sobrando para o pobre Rasual Butler que ganhava um modesto contrato de 4 milhões de dólares. Para além dos 4 milhões do contrato, o Hornets também economizou mais 4 milhões, totalizando 8 milhões portanto, por estar acima do teto salarial imposto pela liga. Mesmo assim, o time se encontra acima deste limite e deverá pagar $1 por cada dólar ultrapassado desse limite o que resulta numa despesa indesejável para a franquia. Logo, podemos aguardar que mais movimentos considerados bizarros tecnicamente deverão acontecer na franquia do Hornets até o fim desse verão (pelo menos é verão lá nos EUA e na Zooropa).

Agora, analisando tecnicamente a saída de Rasual Butler no time, podemos constatar que ele era um xodozinho para os torcedores e também para o técnico Byron Scott que bancou o jogador como titular nesta temporada apesar de ter sido reserva em todos os jogos da temporada passada. Muito esforçado tanto defensivamente, quanto ofensivamente, era destacado por ter um bom tiro de longa distância e realizar boas marcações em escoltas habilidosos, como por exemplo Kobe Bryant. Em suma, o Rasual Butler era uma éspecie de Pietrus do Hornets e sem dúvida sua falta será sentida, sobretudo, no aspecto defensivo.

Ofensivamente, o seu potencial substituto – Morris Petterson, o retorno – faz a mesma coisa, bolinhas de três e aproximadamente 10 pontos por partida, com média de erro de 3 pontos para mais ou para menos (tal como as pesquisas do Datafoda-se nas eleições). Portanto, não será uma falta tão grande e, ao contrário de muitos, eu acredito que o Hornets tem uma equipe competitiva para fazer uma boa campanha no Oeste, com potencial de chegar até uma final de conferência. De certo é que não será Rasual Butler que fará o Hornets mais candidato ou menos candidato as pretensões do time nesta temporada. Portanto, economizar uma graninha até que caiu bem porque o time já tem que começar a se planejar para dar boas condições para manter David West e Chris Paul no time.





Adeus Rasual Butler!

14 08 2009

Na ultima terça-feira, o New Orleans Hornets trocou o ala-armador Rasual Butler por “nada” junto ao Los Angeles Clippers, o que fez o time da Louisiana perder um de seus titulares.

A troca foi absurda no quesito técnico, mas se formos ver pelo lado financeiro, a troca foi excelente para o Hornets. O time não iria ser campeão com Rasual na posição de ala-armador, mas sem ele, o espaço para os jovens Julian Wright, Marcus Thornton e Darren Collison aumentará, o que é bom, já que o pensamento da diretoria é para o futuro, tentando manter o ala-pivô David West após o verão de 2011 e, principalmente, Chris Paul após o verão de 2012. Além disso, a franquia deixará de pagar US$ 8 milhões em multas em 2009-10.

Mas falando sobre Rasual Butler, é incrível o azar desse jogador. Após ser a 53ª escolha do Draft de 2002, o ala fez uma bela temporada de início no Miami Heat, com médias de 7.5 pontos em 21 minutos. Entretanto, em 2003, o Heat recruta o ala-armador Dwyane Wade, acabando com as chances de Butler.

Após três temporadas na Flórida, Rasual chegou ao Hornets. Em sua primeira temporada com a equipe, jogou praticamente 24 minutos, com boas atuações. Já em 2006-07, com uma lesão que afastou Peja Stojakovic de praticamente toda a temporada, Rasual teve bastante espaço e fez uma temporada muito boa.

Mas para 2007-08, com a volta de Peja Stojakovic, a contratação de Morris Peterson e a chegada de Julian Wright, vindo do Draft, Rasual Butler perdeu todo o espaço que tinha e acabou a temporada nem sendo relacionado para as partidas.

Em 2008-09, com uma série de lesões de Morris Peterson, Butler voltou a jogar bem e ganhau espaço. Porém, para 2009-10, quando Rasual tinha tudo para se firmar como um bom jogador, a sua troca para o Los Angeles Clippers fará o jogador voltar a ser reserva e seus minutos deverão ser poucos, já que Al Thornton e Eric Gordon formam uma dupla de ala e ala-armador muito consistente.

Como um fã de Rasual, acho que a carreira do jogador não era para ter dado certo na NBA mesmo, pois não tem lógica um jogador com uma defesa excelente, bom arremesso de média e longa distância, ótimo atletismo e com talento para ser um “Role Player”, ficar sendo jogado de um time para o outro sem conseguir se firmar.





Hornets pode fazer mais movimentações neste verão

14 08 2009

83006899LM004_TWOLVES_HORNETSApós a troca de Rasual Butler para o Los Angeles Clippers por uma futura escolha de Draft junto ao Los Angeles Clippers, o gerente geral do Hornets, Jeff Bower, disse que as movimentações da equipe da Louisiana no verão ainda não acabaram.

“Nós continuamos olhando para muitos pontos e continuaremos trabalhando em nosso elenco”, disse Bower. “Estamos abertos para negociações até o campo de treinamentos. Vamos continuar falando com as outras equipes e fazer o que acharmos melhor para a nossa equipe.”

O Hornets ainda está acima da Taxa de Luxuria, com US$ 73.8 milhões de salários para 2010, sem contar o contrato de Ike Diogu.

Com a saída de Butler, o novato Marcus Thornton deve ser o titular na posição de ala-armador. Outra possibilidade é Julian Wright jogar como ala-armador e Peja Stojakovic ser o ala.





Hornets troca Rasual Butler por futura escolha de Draft

12 08 2009

Visando cortar gastos, o New Orleans Hornets trocou o ala-armador Rasual Butler por uma futura escolha de segunda rodada do Draft junto ao Los Angeles Clippers.

Rasual receberá US$ 3.9 milhões durante a temporada 2009-10, isso faz com que a equipe da Louisiana deixe de pagar cerca de US$ 8 milhões de multa devido a Taxa de Luxuria.

É esperado que a troca seja oficializada nesta quarta-feira ainda.





De Charlotte para New Orleans

12 08 2009

Aposto o braço do meu ex-patrão que quando você era apenas um garotinho, ou se for velho, quando era um adolescente, tinha um boné, pochete ou camiseta do Charlotte Hornets com aquela simpática abelha, que na verdade não é abelha, mas uma vespa, estampada. Bons tempos, não é verdade meu chapa? Pois bem, se ainda não te informaram, o Charlotte Hornets acabou, ou melhor, mudou. Foi para New Orleans e nessa coluna vou explicar como se procedeu essa mudança com um brinde: ler os comentários pessoais dessa mula que vos escreve.

O ano era 2002, o Brasil era pentacampeão, o Oliver Kahn tomou um frangaço, o Lula foi eleito e a Dercy Gonçalves ainda era viva. Neste ano, além dos acontecimentos citados, também era ano de renovação dos direitos nominais da cidade de Charlotte com a franquia Hornets da NBA. Contudo, o cartola máximo da equipe do Hornets, Sr. Shinn, estava deveras preocupado porque o bom resultado da equipe em quadra (naquela época formada por Baron Davis, Wesley, Mashburn, PJ Brown e Campbell) não resultava naquilo que os cartolas mais querem, e não são vitórias ou títulos, mas sim os lucros.

Em primeiro lugar, o nível de público nos jogos do Charlotte Coliseum era um dos mais baixos em toda a liga, apesar da equipe se mostrar um um time competitivo e com muito talento. Para resolver esta questão, o Sr. Shinn resolveu que seria mais pertinente a construção de uma nova arena, com mais opções de entretenimento e que pudesse ser um fator para atrair um maior número de expectadores para suas partidas. Dessa forma, o cartola do Hornets dirigiu-se a prefeitura da cidade para pedir o financiamento dessa nova instalação desportiva e, a partir daí, que começou todo o o bafafá.

Em um primeiro momento, os vereadores e outros elementos da prefeitura de Charlotte queriam resolver isto por meio de um referendo. Isso mesmo, tal como na Venezuela e na Bolívia, era o povão que ia decidir se vão investir a grana do imposto em um ginásio esportivo. Entretanto, poucos dias antes do dito referendo o então prefeito de Charlotte, o Sr. Pat McCrory, vetou a legitimidade do referendo com a emissão de uma portaria municipal. O ato do prefeito dividiu a cidade, mas, muitos vereadores concordam com a atitude alegando que seria uma grande imoralidade para a cidade a construção de uma arena luxuosa em uma cidade de trabalhadores. Sabem como é, aquele discurso comunista e esquerdista, embora eu concorde que como contribuinte prefiro que a grana seja revertida em escolas e saúde do que em pavilhões esportivos sultuosos, não é verdade Sr. César Maia?

No entanto, segundo o site Sports Enciclopedy, o Sr. Shinn já era visto com muito maus olhos pela comunidade de Charlotte antes deste episódio. De acordo com o site gringo, o Sr. Shinn era alvo de um verdadeiro escândalo uma vez que este fora acusado de abuso sexual e, mesmo sendo considerado inocente anos depois, continuava a ser ostilizado pelos torcedores, habitantes e mídia local de Charlotte. Para piorar a situação, o cartola não reagiu nada bem com o veto dado pela prefeitura e procurou novamente o Sr. prefeito sobre a nova arena do Hornets mas, desta vez, em tom de exigência e ultimato.

E parece mesmo que o ultimato de Shinn deu algum resultado, porque os líderes da cidade cogitaram a construção de uma arena sem que necessitassem do apoio dos eleitores – bonito, não? – a fim de não permitirem que o time saísse da cidade. Mas não teve jeito. A situação para Shinn estava insustentável e ele pensava que em New Orleans a franquia poderia ter um mercado maior, uma mídia televisiva que apesar de pequena poderia vir a ser mais lucrativa e a possibilidade de jogar em uma arena com ótimas condições para Shinn: a New Orleans Arena, localizada ao lado do Superdome – utilizado pelo New Orleans Saints da NFL. Contudo, antes de New Orleans, eram cogitadas mudanças para Norflok, Louisville, St. Louis e Memphis, este último que acabou se ferrando por recepcionarem a porcaria do Grizzlers, que apodrecia muito lá nas terras gélidas do Canadá, mais precisamente em Vancouver.

Assim, a NBA aprovou o negócio e sensibilizada com a prefeitura de Charlotte prometeu que em breve a cidade teria uma nova franquia. Aí nasceu o Charlotte Bobcats e, por incrível que pareça, atualmente jogam em uma nova arena construída com o nome Charlotte Bobcats Arena e renomeada para The Warner Cable Arena, motivos comerciais é óbvio.

Desde então, o Sr. Shinn nunca mais pisou em Charlotte, mas em uma entrevista concedida ao jornal Charlotte Observatory, em 2008, admitiu que “foi um mau julgamento que mudou toda a minha vida”. Na mesma entrevista, ele afirmou que seu maior erro foi ter se afastado do público depois das acusações de abuso sexual. Ainda em tom de confissão, o Sr. Shinn declarou que: “cometi muitos erros em minha vida. Mas não vou cometer outro aqui (em New Orleans). Nós estamos aqui para fazer a cidade funcionar”.

Confesso que muitas das coisas que acabei de relatar eu mesmo não tinha o conhecimento, fiquei sensibilizado com todo o esforço da humilde cidade de Charlotte em manter-se no panorama do melhor do basquetebol mundial. Apesar do time modesto e de uma certa morosidade nas decisões desportivas, desejo alguma sorte a franquia porque fico imaginando as pessoas que amam o basquete naquele lugar que viram Glen Rice, Zo Morning, Baron Davis, Mashburn e outros bons jogadores ficando órfãos de repente do basquete. Seria bom que o Bobcats por respeito a esses cidadãos tivessem uma campanha e jogadores mais dignos com a história do basquete a cidade.

Sempre fui raivoso com o Bobcats, mas depois dessa história comecei a me solidariezar um pouco mais. Principalmente agora que eles tem Tyson Chandler, um jogador que eu sempre me identifiquei porque apesar de suas limitações técnicas, era muito leal ao time, esforçado, batalhador e vibrador. Por essas razões, não se assustem se mais a frente eu fizer uma fézinha para os bobgatos vencerem alguns jogos, desde que não seja contra o Hornets, claro.





Hornets divulga calendário da Pré-temporada

10 08 2009

80796846JG003_EUROPE_TEAMNesta segunda-feira, o New Orleans Hornets anunciou o calendário da Pré-temporada de 2009-10. O primeiro jogo será em casa, contra o Oklahoma City Thunder, no dia 10 de outubro, porém, o horário da partida ainda não foi confirmado, já que o time de futebol americano da universidade de LSU tem uma partida marcada para a noite do dia 10, o que pode fazer o Hornets jogar durante a tarde.

Outro jogo confirmado para ser realizado na casa do Hornets acontecerá no dia 17 de outubro, contra o Indiana Pacers, que é comandado por Danny Granger, nativo de New Orleans.

Fora de casa, o Hornets enfrentará o Atlanta Hawks, Charlotte Bobcats (jogo que será realizado em Greensboro, North Carolina), Orlando Magic (jogo que será realizado em Wichita, Kansas) e Miami Heat (jogo que será realizado em Kasas City).

Para encerrar a preparação para a temporada 2009-10, o time da Louisiana enfrentará o Golden State Warriors e Los Angeles Clippers, ambos fora de casa.





Com Okafor podemos pensar em título?

7 08 2009

Para ser totalmente honesto com vocês, eu penso que sim. Possivelmente você amigo leitor deve estar me chamando de louco, bebâdo, burro ou, na melhor das hipóteses, de um gajo muito otimista. Para expor o meu raciocínio utilizarei a arte que consagrou os gregos Tales, Pitágoras e Euclides, isto é, a boa e velha matemática.

Porém, antes disso, eu gostaria de começar argumentando que o elenco atual é tão bom, ou até melhor, que o elenco bem sucedido de duas temporadas atrás, com pequenas alterações e alguns upgrades. Naquele time, o quinteto titular era formado por Paul, Mo-Pete, Peja, West e Chandler com Pargo vindo do banco, agora, repare que atualmente o time é composto por Paul, Butler, Peja, West e Okafor com Posey vindo do banco. Ora Paul, West e Peja continuam no time tendo nos dois primeiros uma evolução de seus jogos e números enquanto o Peja foi o único que decresceu enquanto Mo-Pete, Chandler e Pargo foram substituídos por Butler, Okafor e Posey. Butler mostrou-se bom defensor, mais ou menos da escola Mikael Pietrus, e bom pontuador… pelo menos suficiente para fazer 10 pontos por jogo. Chandler sabia enterrar e defendia bem, mas temos a expectativa que o Okafor faça mais que isso, qualidade o homem tem. Somente no Posey, estamos torcendo que seja um scorer vindo do banco do mesmo nível que o Pargo foi. Portanto, nome por nome, talento por talento, as alterações que temos hoje são melhores.

Dizia eu que a aritimética (eu e o Professor Girafales) seria o meio utilizado para conduzir o raciocínio, então vamos a ela. Bom, a primeira equação é que o time precisa marcar entre 95 à 105 pontos por jogo para sair como vitorioso da maioria das partidas pois, em primeiro lugar, nossa defesa não é uma fuzarca como o Golden State Warriors e, em segundo lugar, temos boa qualidade defensiva no perímetro e no garrafão, tendo como Paul, Butler e Okafor como destaques.

Assim sendo, vamos adotar que os titulares fazem 75 pontos enquanto o banco venha a contribuir com 20 a 30 pontos. Individualizando nos títulares, os 75 seriam distribuídos entre 40 pontos entre Paul e West, que mostra-se possível face a evolução deles durante toda a temporada e o histórico de atingirem médias de 20 pontos por partida, 15 pontos para Okafor, que também mostra-se plausível pois se ele já tinha condições de fazer 12 pontos por partida com um armador bom (no caso Felton), o que conseguirá fazer com o melhor armador do mundo? Parece-me que a meta de 75 pontos para os titulares está próxima de ser atingida uma vez que Paul, West e Okafor serão capazes de contribuir com naturalidade 55 pontos, agora os outros 20, precisam ser completados por Butler – que deve para aí fazer 8 ou 9 pontos por partida – e Peja ou Wright, caso este for titular. Acredito que tanto um como o outro tem condições de fazer entre 10 e 12 pontos, mesmo com o Peja caindo pelas tabelas.

Agora temos a tarefa do banco de reservas, aí que a coisa engrossa, que precisam contribuir com 20 ou 30 pontos por jogo. Individualizando: Posey precisa voltar a ser um scorer e garantir pelo menos 10 pontos, o que é possível pois temporada passada ele fazia 8 e muitas das vezes jogava meio no sacrifício - precisa melhorar só um pouquinho e aí já temos entre 30 e 40% da missão cumprida. Os dois rookies  combinando para 10 pontos também já ficaria satisfeito. Para ser sincero, não faço idéia do potencial deles, mas o Pedro me falou que eles são bãons e se o nosso profeta acertar no moche, penso ser bastante possível que eles juntos façam 10 pontos em conjunto – quem sabe até mais, não é verdade?

Com Posey e os dois rookies atendendo as nossas expectativas já temos para aí um total de 20 pontos conquistados pelo banco de reserva. Para os outros 10 faltantes contamos com Peja ou Wright, Marks e Diogu. Se cada um contribuir com quatro pontinhos, temos 12, que somado aos 20 anteriormente citados, saltam para 32. E assim, missão completa e sucesso na temporada.

Ora, claro que isto é uma análise puramente simplista não levando em consideração os aspectos técnicos dos adversários, que em sua gde maioria evoluíram muito, nem os aspectos táticos - os famosos matchups – e os aspectos psicológicos dos Playoffs. Além disto não realizei uma equação para outros fundamentos para a vitória como é, por exemplo, os rebotes e o número de turnovers. Mas fiz tudo isso para elucida-lo de que temos um elenco de qualidade, bons jogadores, bom treinador, bom entrosamento, bom equilíbrio entre ataque e defesa, bom GM e, portanto, ao contrário do que dizem por aí, temos sim alguma hipótese de repetir a ótima campanha que fizemos a duas temporadas atrás.





Robert Pack é nomeado assistente técnico do Hornets

6 08 2009

medium_Pack_1O New Orleans Hornets anunciou hoje que o nativo de New Orleans, Robert Pack, foi nomeado o novo assistente técnico para a temporada 2009-10.

Pack, de 40 anos, se junta à comissão técnica do treinador Byron Scott após passar um ano como assistente técnico do Rio Grande Valley Vipers, da Liga de Desenvolvimento da NBA.

“Estou emocionado por ter a oportunidade de treinar na NBA”, disse Pack. “Esse sempre foi meu sonho e ter a oportunidade de realizá-lo em minha cidade natal é algo pelo qual fico muito grato. Estou realmente animado para o início da temporada e só tenho a agradecer ao treinador Scott por essa grande oportunidade.”

Pack atuou por 13 temporadas como armador na NBA. Durante a temporada 2002-03, ele jogou 28 jogos pelo Hornets, com médias de 5.2 pontos e 2.9 assistências.