O furacão Gustav, que deixou Cuba e agora se aproxima da costa norte-americana no golfo do México, deixou um rastro de destruição no país, principalmente nas províncias de Pinar del Rio e Isla de la Juventud (oeste). Entretanto, não foram registradas mortes até a tarde deste domingo (31), um dia depois que ventos de 230 km/h a 240 km/h começaram a afetar o país.
Em Nova Orleans e na região norte-americana do golfo do México, dezenas de milhares de pessoas deixaram suas casas neste domingo (31), para fugir do furacão, que deve chegar ao local na manhã de segunda-feira (1º). Apesar do temor, o fenômeno deve chegar mais fraco que o Katrina, de 2005.
O fenômeno já havia causado a morte de ao menos 86 pessoas na República Dominicana, Haiti e Jamaica –esse número pode chegar a 96. “Circuitos de alta tensão foram derrubados, telhados caíram de casas em bairros inteiros, escolas foram destruídas e, em Palácios, até o estádio de baseball foi destruído”, afirma o câmera da agência Reuters, Heriberto Rodriguez, sobre a situação em Cuba.
Gustav perdeu força, para uma ainda perigosa categoria três, ao passar por Cuba. A escala de Saffir-Simpson, que mede essa intensidade, pode chegar até cinco. Entretanto, o Centro Nacional Americano de Furacões (NHC, na sigla em inglês) trouxe algum alívio ao informar que a tempestade estava ficando, gradativamente, mais fraca.
Katrina era um furacão de categoria quatro quando chegou à cidade em 29 de agosto de 2005. Nova Orleans virou um cenário de caos e as pessoas afetadas esperaram por dias a chegada de apoio governamental.
Agora, os autoridades mobilizaram trens e centenas de ônibus para realizar a retirada de 30 mil pessoas que não conseguiriam sair sozinhas –o prefeito afirma que 15 mil pessoas foram retiradas do local, incluindo usuários de cadeiras de rodas.
Fonte: UOL
O furacão “Gustav” deixou para trás Cuba, em cuja passagem se enfraqueceu levemente, para adentrar as cálidas águas do Golfo do México em direção à boca do rio Mississipi, onde pode chegar com categoria cinco, a máxima na escala de Saffir-Simpson, informou o Centro Nacional de Furacões dos Estados
No mês que vem o Armador do New Orleans Hornets, Chris Paul, pretende colocar a sua medalha de Ouro, conquistada nas Olimpíadas de Pequim, em um lugar para homenagear o seu avô, que foi assassinato.
Hoje o Ala-pivô David West completa 28 anos, para homenageá-lo farei uma respectiva de sua carreira.
Na temporada seguinte West continuava evoluindo, chegando a boa marca de 18.3 pontos por partida. E ao lado de Chris Paul formava uma dupla muito entrosada. E assim quase levou o Hornets aos Playoffs, ficando apenas a três vitórias do 8º colocado da conferencia Oeste.
Hoje o New Orleans Hornets assinou com o Ala/Pivô Sean Marks. Os valores do contrato não foram informados.
Depois de mais de um mês longe de casa, Chris Paul voltou a New Orleans nesta quinta de manhã. Pouco depois da chegada, Paul se reuniu com alguns repórteres na New Orleans Arena para comentar um pouco sobre as Olimpíadas.
O “Hornets.com” está realizando um evento em que as pessoas do mundo todo podem mandar perguntas para Chris Paul.
A questão é simples: desde que Pargo saiu, nosso reserva ficou sendo Mike James. Bom jogador, que joga de Ala-armador também e etc. Mas o problema não é esse. O problema é que se Chris Paul ou até James se machucar, ficaremos sem reserva. E sem falar que Mike, jogador que tem um passado até respeitoso, não é de total confiança, nem dos torcedores e nem de Byron Scott.
Depois de ser um dos comandantes do USA na conquista do Ouro nas Olimpíadas de Pequim, Chris Paul vem tendo o seu trabalho reconhecido.
Um site norte-americano está elegendo os melhores de cada posição de todas as franquias da NBA. E hoje foi a vez do Hornets ser analisado.
