História

A história do Hornets começa em 1985, quando a NBA anunciava que tinha planos de adicionar quatro novos times a liga. Assim, George Shinn – até então um empresário na cidade de Charlotte, North Carolina -, juntamente com outros empresários, anunciou o interesse de criar uma franquia no estado de North Carolina, onde o basquete já fazia sucesso com as equipes universitárias (Duke, Universidade do estado de North Carolina, Universidade de North Carolina e Wake Forest).

Charlotte ColiseumNo entanto, muitos duvidaram que a cidade de Charlotte pudesse receber uma franquia da NBA, mas para provar que isso era possível, foi construído o Charlotte Coliseum, com capacidade para mais de 24 mil pessoas, se tornando a Arena especifica para o basquete com maior capacidade de publico em todos os tempos da NBA. Desta forma, em 05 de abril de 1987, o comissário da NBA David Stern avisou para George Shinn que o seu grupo havia conquistado o direito de criar uma franquia para disputar a temporada 1988-89 da liga. As outras cidades que ganharam um direito de fazer um time para a NBA foram: Miami (hoje o Miami Heat), Minneapolis-Saint Paul (hoje o Minnesota Timberwolves) e Orlando (hoje o Orlando Magic).

Inicialmente, a franquia de Shinn se chamaria Charlotte Spirit, mas uma eleição entre “Spirit” e “Hornets” foi proposta, com “Hornets” ganhando e criando o Charlotte Hornets. O nome “Hornets” é derivado da feroz resistência à ocupação britânica da cidade de Charlotte durante a Guerra Revolucionária, que levou o General Cornwallis a se referir a guerra como “um verdadeiro ninho de hornets (abelhas)”.

O nome Hornets já havia sido usado por uma equipe de Charlotte antes; um time de beisebol de ligas inferiores havia usado o nome de Hornets de 1901 a 1972.

O Hornets chamou muito a atenção quando escolheu um azul-esverdeado como a sua cor primária, fazendo com que essa cor virasse moda nos esportes norte-americanos durante o final dos anos 1980 e início dos anos 1990. O San Jose Sharks (NHL), Jacksonville Jaguars (NFL), Florida Marlins (MLB), entre outras equipes amadoras também começaram a usar o azul-esverdeado em seus logos e uniformes. Na NBA, o Memphis Grizzlies utilizou está cor como primária durante os anos que passou em Vancouver, além do Detroit Pistons, que usou o azul-esverdeado ao lado dos tradicionais azul e vermelho em meados da década de 1990.

Apesar de algumas preocupações que o Charlotte Coliseum não ficaria lotado durante as partidas do Hornets, George Shinn pensava que em longo prazo a equipe atrairia os fãs de North Carolina, mas estas expectativas acabaram quando a cidade de Charlotte caiu em um estado de amor desenfreado com o Hornets, com a equipe vendendo 15 mil ingressos antecipadamente para todos os jogos em casa logo em seu primeiro ano na liga. Ao fim da temporada, o Charlotte Coliseum estava com a impressionante média de 21 mil espectadores por jogo. Bilhetes para assistir o Hornets estavam entre os mais disputados da América do Norte, com os ingressos ficando esgotados por 358 jogos consecutivos, o equivalente a nove temporadas completas.

Com esse sucesso, George Shinn contratou Carl Scheer para ser o primeiro gerente geral da equipe. Scheer logo fez uma lista com vários jogadores experientes, na esperança de fazer uma equipe competitiva rapidamente, visando chegar aos Playoffs em no máximo cinco temporadas. Enquanto isso, Dick Harter, um experiente assistente técnico na NBA, foi contratado para ser o treinador da equipe.

1988-1992: Nenhum sucesso
Na primeira temporada do Hornets na NBA (1988-89), o time foi liderado por Kelly Tripucka, ex-armador do Detroit Pistons. Tripucka foi o grande jogador ofensivo daquela equipe, liderando a pontuação do Hornets nas primeiras duas temporadas da franquia. O time também contava com o afiado arremessador Rex Chapman, que havia sido a oitava escolha do Draft de 1988. Quem comandava a equipe em quadra era Muggsy Bougues, o jogador mais baixo da história da NBA. No entanto, como o de costume para as equipes que fazem a sua primeira temporada na liga, o Hornets venceu apenas 20 jogos, ficando com 62 derrotas, sem conseguir ganhar mais de duas partidas em seqüência.

A temporada 1989-1990 foi complicada para a equipe de Charlotte. Dick Harter foi dispensando em janeiro depois dos jogadores reclamarem de seu estilo de jogo defensivo. Ele foi substituído pelo assistente técnico Gene Littles. Assim, com a mudança de treinador, o Hornets venceu apenas três partidas após janeiro, terminando a temporada com apenas 19 triunfos.

Para 1990-91, o Hornets havia conseguido o armador Kendall Gill no Draft, melhorando um pouco a equipe, porém, novamente acabou sem conseguir se classificar para os Playoffs, com Gene Littles perdendo o cargo de treinador, sendo substituído por Allan Bristow.

Larry JohnsonLogo no início da temporada 1991-92, o Hornets conseguiu a sua primeira grande vitória: a primeira escolha do Draft de 1991, tendo a chance de recrutar o ala Larry Johnson, que tinha tudo para se tornar um dos melhores jogadores da liga. Em sua primeira temporada, Johnson acabou terminando entre os líderes em pontos e rebotes da NBA, ganhando o prêmio de melhor novato da liga. Mas a equipe acabou terminando a temporada a sete vitórias da classificação para os Playoffs. Por outro lado, acabou conseguindo a segunda escolha do Draft de 1992.

1992-1999: Bons e maus momentos
Como o dito acima, o Hornets seria o segundo time a recrutar em 92, e acabou pegando o pivô Alonzo Mourning, que se juntava a Larry Johnson e Kendall Gill para formar um dos trios com mais potencial na NBA. Isso foi suficiente para levar o Hornets a 44 vitórias, garantindo a equipe pela primeira vez nos Playoffs da NBA, na temporada 1992-93. A equipe ficou em quinto na conferência Leste e teve pela frente o Boston Celtics na primeira rodada da fase de mata-mata. E com o seu trio jogando muito bem, o Hornets venceu o duelo em quatro jogos. Porém, na semifinal da conferência o adversário era o New York Knicks, que acabou vencendo a série por ter um time melhor e mais experiente.

Os anos seguintes foram marcados pelas lesões de Larry Johnson e Alonzo Mourning, mas o Hornets voltou a marcar presença nos Playoffs de 1994-95, vencendo pela primeira vez na história da franquia 50 jogos em uma temporada regular. No entanto, logo de cara nos Playoffs de 95, o Hornets enfrentou o Chicago Bulls, perdendo a série em quatro jogos.

Glen RiceDurante o verão de 1995, o Hornets trocou o pivô Alonzo Mourning com o Miami Heat, recebendo o grande arremessador Glen Rice, o pivô Matt Geiger e o armador Khalid Reeves. Geiger e L. Johnson ficaram responsáveis por comandar os rebotes da equipe, e Johnson, ao lado de Rice, ficaram responsáveis pela pontuação, enquanto Kenny Anderson foi o encarregado pela armação, devido a uma lesão com Muggsy Bougues. Apesar das mudanças e de um belo time no papel, o Hornets não se classificou para os Playoffs da temporada 1995-96. Com isso, Allan Bristow foi demitido e a lenda da NBA Dave Cowens foi contratado para comandar a equipe.

No verão de 1996, novamente muitas mudanças ocorreram em Charlotte: Kenny Anderson não aceitou a proposta de renovação de contrato e acabou saindo; Larry Johnson foi trocado para o New York Knicks pelo ala Anthony Mason e o jovem Kobe Bryant foi trocado com o Los Angeles Lakers pelo pivô Vlade Divac.

E desta vez as mudanças surtiram efeito. Divac e Matt Geiger se revezavam com o pivô da equipe, Anthony Mason teve ótimas médias e foi escolhido para o terceiro time da NBA e Glen Rice teve a melhor temporada de sua carreira, terminando como terceiro melhor pontuador da liga e sendo escolhido para a segunda equipe da NBA. Rice também foi o melhor jogador do All-Star Game, estabelecendo vários recordes de pontuação. A equipe fez também a sua segunda melhor campanha da história, com 54 vitórias, voltando aos Playoffs, porém, o Hornets acabou sendo eliminado facilmente pelo Knicks em três jogos, logo na primeira rodada.

A temporada 1997-98 também foi boa para o Hornets. A equipe reforçou a sua armação contratado o armador David Wesley e o ala-armador Bobby Phills. Com Wesley, Phills, Rice, Mason e Divac, o Hornets foi bem na temporada regular, com Glen Rice terminando como sexto melhor pontuador e sendo escolhido para o terceiro time da NBA. Com isso, a equipe conseguiu chegar à segunda rodada dos Playoffs pela segunda vez na história até aquele momento, só sendo parado pelo Chicago Bulls.

Porém, em 1998-99, o Hornets voltou a passar por problemas. Glen Rice foi trocado para o Los Angeles Lakers por Eddie Jones e Elden Cambell, enquanto Dave Cowens foi demitido no meio da temporada, sendo substituído por Paul Silas. No fim, a equipe acabou com apenas 26 vitórias, mas mesmo assim ficou perto de chegar aos Playoffs.

1999-2002: Nova era
Em 1999-2000, o Hornets voltou a aparecer bem, com a contratação do ala Derrick Coleman e a chegada de Baron Davis, que foi a terceira escolha do Draft de 1999. Com um time titular formado por David Wesley, Eddie Jones, Anthony Mason, Derrick Coleman e Elden Cambell. A equipe foi bem durante grande parte da temporada, mas no dia 12 de janeiro de 2000, o ala-armador Bobby Phills veio a falecer em um acidente de carro. Assim, sua camisa – a número #13 -, foi aposentada no dia 09 de fevereiro. Mesmo com a perda de Phills, a equipe retornou aos Playoffs, onde sucumbiu ao Philadelphia 76ers, de Allen Iverson.

No verão, Eddie Jones – que havia liderado a liga em roubos de bola em 1999-2000 -, juntamente com Anthony Mason, foi trocado com o Miami Heat, que cedeu P.J. Brown e Jamal Mashburn ao Hornets.

A temporada 2000-01, porém, foi marcada pelos acontecimentos fora de quadra. A popularidade da equipe havia começado a cair, devido ao descontentamento com as trocas realizadas por George Shinn, que negociou Alonzo Mourning e muitas outras estrelas por jogadores de nível inferior. Além disso, Shinn foi acusado de estupro por uma mulher, o que manchou a sua reputação em Charlotte.

Baron Davis, P.J Brown e David WeslyPorém, ainda em 2000-01, o Hornets marcou presença nos Playoffs, com a equipe titular formada por Baron Davis, David Wesley, Jamal Mashburn, P.J. Brown e Elden Cambell, chegando pela terceira vez a uma semifinal de conferência, eliminando o Miami Heat na primeira rodada, antes de perder para o Milwaukee Bucks em sete jogos.

Na temporada seguinte (2001-02), o Hornets voltou a semifinal de conferência, batendo o Orlando Magic na primeira rodada dos Playoffs, mas sem Jamal Mashburn durante toda a pós-temporada, a equipe foi eliminada pelo New Jersey Nets na semifinal.

2002: Saindo de Charlotte
Embora estivesse com uma equipe competitiva em quadra, o número de pagantes presentes ao Charlotte Coliseum vinha caindo drasticamente, em grande parte devido aos acontecimentos envolvendo George Shinn.

No início do século 21, o Hornets era classificado como uma das equipes com pior público em sua Arena, marcando um contraste com os seus primeiros anos na liga.

Por outro lado, Shinn estava descontente com o Coliseum, que tinha um número limitado de cadeiras de luxo, emitindo um ultimato a cidade: “Se não for construída uma nova Arena na cidade, sem nenhum custo para mim, o Hornets irá sair da cidade”. Charlotte inicialmente recusou, levando Shinn a analisar uma mudança de cidade para a equipe. Cidades como Norfolk, Louisville, St. Louis e Memphis foram cogitadas para ser a nova sede do Hornets, mas apenas em St. Louis o mercado da mídia era maior do que em Charlotte.

Mas depois de muitos problemas e polêmicas, o Hornets acabou acertando um acordo com a cidade de New Orleans, para jogar na New Orleans Arena a partir da temporada 2002-03.

New Orleans (antes do furação Katrina)
2002-2004: NBA volta a Big Easy

O Hornets fez o seu primeiro jogo na temporada regular em New Orleans no dia 30 de outubro de 2002, contra o Utah Jazz, que teve como sua primeira sede New Orleans. O Hornets acabou vencendo o jogo por 100 a 75, mas o grande destaque da noite foi à aposentadoria da camisa #7, usada por “Pistol” Pete Maravich, por parte do Hornets.

Depois de começar bem a temporada, em 2002-03 o Hornets garantiu a quarta presença consecutiva em Playoffs, mas foi eliminado novamente pelo Philadelphia 76ers. Jamal Mashburn novamente perdeu a maior parte dos jogos da equipe nos Playoffs.

Após a temporada, o time inesperadamente demitiu Paul Silas. Ele foi substituído por Tim Floyd.

Na temporada seguinte (2003-04), o Hornets começou vencendo 17 jogos em 24 disputados, mas depois caiu de rendimento e acabou o ano com uma campanha de 41 vitórias e 41 derrotas, perdendo o mando de quadra na primeira rodada dos Playoffs, que seria contra o Miami Heat. No primeiro jogo da série, o até então novato Dwyane Wade acertou uma cesta no ultimo segundo que daria a vitória ao Heat. Depois disso, ambas as equipes venceram todos os jogos que tiveram em casa, com a equipe da Flórida levando a melhor no confronto por 4-3.

2004-2005: Mudança para o Oeste e fracasso
Após a temporada 2003-04, o treinador Tim Floyd foi demitido. Para o seu lugar, foi contratado Byron Scott. Devido à expansão da NBA, o Hornets foi mudado para a conferência Oeste, caindo na divisão Sudoeste, que incluía quatro equipes que haviam ido para os Playoffs recentemente (San Antonio Spurs, Dallas Mavericks, Houston Rockets e Memphis Grizzlies). Assim, não era esperado que o Hornets chegasse aos Playoffs, devido a forte concorrência.

Dan DickauE em uma temporada marcada por lesões das três estrelas da equipe (Baron Davis, Jamaal Magloire e Jamal Mashburn), o Hornets perdeu todos os oito primeiros jogos que disputou e rapidamente estava com uma campanha de duas vitórias em 31 jogos. Com isso, começou a ser falado que o Hornets poderia ficar com a pior campanha da história da liga, que na época pertencia ao Philadelphia 76ers, com apenas nove vitórias. Porém, em janeiro e fevereiro a equipe melhorou muito, com o surgimento do armador Dan Dickau, que ganhou espaço após Baron Davis e Jamal Mashburn serem trocados, assim o Hornets terminou a temporada com 18 vitórias e a quarta escolha do Draft 2005 da NBA, recrutando o futuro All-Star Chris Paul.

2005: Furação Katrina e New Orleans/Oklahoma City
Devido a catastrófica devastação trazido pelo furação Katrina ao sudeste do estado da Louisiana, o Hornets foi obrigado a se mudar temporariamente para Oklahoma City, jogando as temporadas 2005-06 e 2006-07 na cidade. Durante este tempo, a franquia ficou conhecida como New Orleans/Oklahoma City Thunder.

Nas duas temporadas que o Hornets ficou em Oklahoma, a grande maioria dos jogos foram realizados no Ford Center, em Oklahoma, enquanto alguns permaneceram na New Orleans Arena.

Na temporada 2005-06, a equipe realizou 36 jogos em Oklahoma City, um jogo no Lloyd Noble Center (no campus da universidade de Oklahoma), três em New Orleans e um no Pete Maravich Assembly Center (no campus da LSU). A idéia inicial era realizar cinco jogos em Baton Rouge, mas os progressos realizados na recuperação da New Orleans Arena fizeram com que o Hornets achasse jogar em New Orleans uma melhor opção.

Chris PaulFalando da equipe dentro de quadra, o Hornets iniciou a temporada 2005-06 melhor do que o esperado, mas não conseguiu uma vaga nos Playoffs. Além disso, o pivô reserva Chris Andersen foi suspenso por dois anos devido a problemas com drogas. Andersen parecia ser o jogador que incendiava o Hornets. Com ele, a equipe chegou a alcançar a sexta posição da conferência Oeste, mas quando “Birdman” foi afastado, o time venceu apenas uma partida em 13 oportunidades, ficando fora dos Playoffs. Para piorar, o Hornets estabeleceu um vergonhoso recorde na história da NBA, quando marcou apenas 16 pontos no segundo tempo de um jogo contra o Los Angeles Clippers. Nas ultimas partidas da temporada, o Hornets até tentou uma reação, mas acabou terminando com uma campanha de 38 vitórias e 44 derrotas, em 10º lugar no Oeste. Apesar da campanha, o armador Chris Paul ganhou o prêmio de melhor novato da temporada.

Para 2006-07, o Hornets optou por manter-se em Oklahoma City, devido ao continuo trabalho para a reconstrução de New Orleans, mas prometeu que em 2007-08 estaria de volta e desta vez para ficar.

Durante o verão de 2006, o Hornets fez mudanças em seu elenco, contratando o ala Peja Stojakovic e os armadores Bobby Jackson e Jannero Pargo, além de trocar J.R. Smith e P.J. Brown com o Chicago Bulls, recebendo o pivô Tyson Chandler.

Na temporada 2006-07, o Hornets jogou 35 jogos em Oklahoma City e seis em New Orleans. A equipe terminou a temporada regular com 39 vitórias e 43 derrotas, uma vitória a mais do que em 2005-06, ficando perto de se classificar para os Playoffs novamente.

A passagem do time por Oklahoma City foi realizada com sucesso, com isso, em 2008-09, Oklahoma City começou a sediar o ex-Seattle Supersonics, atual Oklahoma City Thunder.

New Orleans (depois do furação Katrina)
2007-2008: Voltando a Big Easy

O franquia retornou para New Orleans em 2007-08, realizando todos os 41 jogos em casa na New Orleans Arena. Os funcionários da liga diziam desde o início que gostariam que o Hornets voltasse para a Louisiana para a NBA poder ajudar na reconstrução da cidade, por isso, o All-Star Game 2008 foi realizado em New Orleans, com uma grande campanha de marketing sendo feita a favor da cidade. Posteriormente, vários patrocínios para a reconstrução de New Orleans foram assinados.

Inicialmente, o público presente a New Orleans Arena não era muito grande, mas com a boa campanha do time, nos meses de março e abril, o Hornets fez algumas partidas com a Arena lotada. Ao fim da temporada, a New Orleans Arena esteve com público máximo em 13 jogos.

Para a temporada 2007-08, o Hornets se reforçou assinando com o ala-pivô Melvin Ely e com o ala-armador Morris Peterson, além de estender o contrato do armador Jannero Pargo e selecionar o ala Julian Wright no Draft 2007.

Chris Paul 2Com a equipe mais saudável do que nas temporadas anteriores, o Hornets chegou à metade da temporada com 29 vitórias e apenas 12 derrotas, o que rendeu a Byron Scott a convocação para ser o técnico do Oeste no All-Star Game 2008, além disso, Chris Paul e David West também representaram o Hornets no jogo das estrelas.

Ao fim da temporada regular, o Hornets havia vencido 56 jogos, o recorde da franquia na história, se sagrando campeão da divisão Sudoeste, com Chris Paul ficando na segunda colocação na votação para o Jogador mais Valioso da temporada. Na primeira rodada dos Playoffs, o adversário foi o Dallas Mavericks, que acabou sendo derrotado facilmente pela equipe da Louisiana, que viria a ser eliminada pelo San Antonio Spurs em uma das semifinais do Oeste.

Em agosto de 2008, o Hornets fez mudanças em seu logo e nos uniformes, passando a utilizar um azul mais escuro, roxo e dourado. Além disso, um terceiro logo foi criado, no qual está escrito “NOLA” (New Orleans, Louisiana) sobre um trompete.

2008-2009: Grandes expectativas
Após ter passado pela melhor temporada da história da franquia, tanto na temporada regular, quando nos Playoffs, 2008-09 trazia grande expectativa para o Hornets. Vários veículos da mídia escolheram a equipe como futura campeã da divisão Sudoeste e forte candidata ao título da conferência Oeste.

A base do time da temporada anterior estava de volta para 2008-09, com o ala James Posey sendo contratado para reforçar o banco de reservas, enquanto Jannero Pargo deixava a equipe rumo ao basquete europeu. No Draft 2008, o Hornets trocou a única escolha que ainda o restava (a 27ª) com o Portland Trail Blazers, por uma quantia em dinheiro.

83008110BC615_ALLSTAR_GAMENo mês de dezembro, a equipe da Louisiana fez uma troca para tentar melhorar o banco de reservas, enviando o armador Mike James para o Washington Wizards em troca do também armador Antonio Daniels e de uma escolha de segunda rodada do Draft de 2014, mas a equipe seguiu sem jogar o que podia, com os seus principais jogadores sofrendo muitas lesões, mesmo assim, Chris Paul e David West foram, novamente, selecionados para o jogar o All-Star Game, o segundo na carreira de ambos.

Já em fevereiro, o Hornets anunciou que havia trocado o pivô Tyson Chandler com o Oklahoma City Thunder, recebendo os alas Joe Smith e Chris Wilcox, mas, apenas um dia após o acerto, a negociação foi cancelada, pois Chandler não passou nos exames físicos do Thunder.

Com Tyson Chandler e Peja Stojakovic sofrendo com muitas lesões, o Hornets acabou a temporada regular de forma decepcionante, com apenas 49 vitórias, sete a menos do que em 2007-08, ficando apenas com a sétima colocação da conferência Oeste e em quarto na divisão Sudoeste, tendo pela frente o Denver Nuggets na primeira rodada dos Playoffs.

E a equipe de New Orleans acabou sendo massacrada pelo Nuggets, em cinco jogos. O fato mais marcante da série ocorreu no jogo #4, quando o Nuggets, mesmo jogando em New Orleans, venceu o Hornets por 58 pontos (121 a 63), igualando a vitória por maior diferença de pontos na história dos Playoffs da NBA.

Logos da equipe

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Charlotte Hornets logo (1988-2002)

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New Orleans Hornets logo (2002-2008)

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New Orleans Hornets logo alternativo (2002-2008)

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New Orleans Hornets logo (2008-presente)

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New Orleans Hornets logo alternativo (2008-presente)

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NOLA logo (2008-presente)

Arenas usadas pela equipe

Charlotte Coliseum (1988-2002)
New Orleans Arena (2002-presente)
Outras arenas usadas devido ao furação Katrina:
Ford Center (2005-2007)
Pete Maravich Assembly Center (2005)
Lloyd Noble Center (2006)

Prêmios
Hall da Fama do Basquete

Robert Parish

Rookie of the Year
Larry Johnson (1992)
Chris Paul (2006)

Sixth Man of the Year
Dell Curry (1994)

Coach of the Year
Byron Scott (2008)

All-Star Game MVP
Glen Rice (1997)

All-Star Oeste Treinador
Byron Scott (2008)

Executive of the Year
Bob Bass (1997)

All-NBA First Team
Chris Paul (2008)

All-NBA Second Team
Larry Johnson (1993)
Glen Rice (1997)
Chris Paul (2009)

All-NBA Third Team
Anthony Mason (1997)
Glen Rice (1998)
Eddie Jones (2000)
Jamal Mashburn (2003)
Baron Davis (2004)

NBA All-Defensive First Team
Chris Paul (2009)

NBA All-Defensive Second Team
Anthony Mason (1997)
Eddie Jones (1999 e 2000)
P.J. Brown (2001)
Chris Paul (2008)

NBA Rookie First Team
Kendall Gill (1991)
Larry Johnson (1992)
Alonzo Mourning (1993)
Chris Paul (2006)

NBA Rookie Second Team
Rex Chapman (1989)
J.R. Reid (1990)

Camisas retiradas
Pete Maravich7 - “Pistol” Pete Maravich, Armador, New Orleans Jazz 1974-1979
13 - Bobby Phills, Ala-armador, Charlotte Hornets 1997-2000

Treinadores
Dick Harter (1988-1990)
Gene Littles (1990-1991)
Allan Bristow (1991-1996)
Dave Cowens (1996-1999)
Paul Silas (1999-2003)
Tim Floyd (2003-2004)
Byron Scott (2004-presente)

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